A primeira rosa que dediquei a você. Assim decidi começar esse texto. Talvez eu não seja muito romântico, não idealize amores e nem queira ter-te ao meu lado. Talvez eu apenas ame. Sim. É isso, apenas amo. Amo de uma forma especial. Amo sem cobrar, amo sem me importar se é feio amar. Amo, e isso é o que importa.
A escolha da rosa aconteceu porque é o próprio poema. E todo amante é poeta. Rosa porque é delicada. As pétalas me fazem lembrar seu rosto delicado e rosado. O perfume exalado por uma flor, é sempre o perfume de uma menina/mulher. O clima vintage de uma rosa oferece a oportunidade de experimentar o sabor de um amor verdadeiro. O amor de praças, mãos dadas e confiança. O amor que respeita limites, que exige valores morais. Um amor puro e sincero.
Foi a primeira garota que ofereci uma rosa, e quem sabe a última. Não por que quero deixar de amar-te, mas porque quero amar-te a vida inteira. Quero ver o seu sorriso ingênuo, sentir o calor do teu abraço, o toque de seu rosto e seu perfume. Quero cuidar de tua delicadeza. Fazer-te princesa. Quero fazer-te feliz. Guardarei a rosa. Oferecê-la-ei no momento oportuno. Esse momento será único. Será o dia mais feliz da minha vida. A primeira rosa. O primeiro amor.
Enquanto não sou feliz ao teu lado, prezo pela tua felicidade. Sou feliz admirando-te. Sou feliz amando-te. E como o Pequeno Príncipe, cativarei a rosa aguardando o tempo para poder cativar-te.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
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