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Uma mistura do erudito com o popular. Nada simples e nada sublime, ocupo-me com o que me interessa. Leio e escrevo para viver, é uma necessidade para ser feliz. Tenho manias, preconceitos e afinidades como todos tem. Sou um garoto criado sob uma redoma de vidro e não me envergonho disso. Gosto de poema, ouço Mozart, curto pop art, uso all star e gravata borboleta. =)

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Tentar é necessário


Porque ter medo de tentar? Lúcio acordou pela manhã com vontade de tentar várias coisas em sua vida, mas algo o impedia. Fez sua higiene matinal, desceu as escadas e foi recebido por sua mãe com um belo sorriso e um beijo. O dia começara bem- pensou Lúcio. Tomou um suco de laranja, tomou leite, comeu alguns biscoitos, um pão e uma maçã. Ao ingerir lentamente a maçã, pensava o que seria de sua vida a partir daquele momento. Precisava tomar decisões, e nem imaginava a reação das pessoas. Lembrou-se que pelo Crisitanismo, ele existia porque Deus o fez, e porque Eva e Adão comeram o fruto proibido. Sim, eles tentaram. Porque não tentar também?

Seguiu em direção à porta. Cada passo que dava era sinal de que havia crescido e deveria tentar fazer aquilo que ele queria. Encostou à porta, a abriu e partiu. Teve uma sensação de vazio- era o medo que estava tomando conta dele- mas Lúcio persistiu. Chegou na organização, respirou profundamente, criou coragem e apresentou-se como Lúcio, um voluntário. A recepcionista o levou para conhecer a organização, mostrou a ele todas as crianças. Ao vê-las, Lúcio sentiu que precisava amar cada uma delas, para que fizesse o seu propósito de verdade. Fez todos os preparativos e prometeu voltar no dia posterior com muita vontade de ajudar as crianças. Foi para a casa, e passou o resto do dia preparando atividades, procurando materiais, fatansias. Após realizar essas tarefas, ligou para os amigos e marcou um filme em sua casa mesmo. Estava com vontade de assistir mais uma vez TITANIC. Os amigos chegaram pontualmente. Lúcio empolgado contou que estava com medo, mas não iria desistir. Os amigos o deixaram relaxado, assistiram o filme e foram embora. Mais uma noite pela frente, e quando acordasse compartilharia um pouco com outras pessoas tudo aquilo que aprendera durante toda a sua vida.

Amanheceu. Lúcio mal se continha de ansiedade, não podia ficar em casa nem mais um minuto. Tomou um suco rapidamente e, foi para a sua atividade. Sentia que tinha borboletas no estômago. Parecia uma criança indo para a escola no primeiro dia de aula.

As crianças da insituição tinham preparado uma música para o recepcionar. Logo que chegou, Lúcio já se emocionou. Passado algum tempo da cerimônia, as atividades começaram, e Lúcio pôde perceber que não precisava ter medo. Tudo ocorria normalmente, e mesmo com alguns imprevistos, não sentia mais borboletas no estômago. Elas teriam voado para alegrar o dia de todas aquelas crianças?

3 comentários:

  1. Realmente tentar sempre é necessário! Se n tentarmos estariamos parados e parados n viveriamos com tanta sensibilidade como deveriamos viver.
    Legal o Lucio! :D O texto está bem escrito e pelo menos ME impressionou ele estar indo ser volutário, achei bem legal surpreender a leitora!
    :D


    Bjus Diego, parabéns pelo Blog!

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Não arriscar nada é arriscar tudo.

    E como disse Willian Shakespeare:

    "Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, por simples medo de tentar."

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