
Lúcio sempre teve o seu lado sentimental menos utilizado. Amava e odiava, nada mais. Não chorava, não esboçava felicidade, odiava abraços e falava muito pouco. Geralmente, não se intitulava carente, embora seus poucos amigos afirmarem que era.
Aos poucos Lúcio se tornava uma pessoa comum, sem diferenças. Tudo o que achava interessante, logo absorvia, e passava a fazer parte de sua vida. Sua inteligência era a única coisa que o diferenciava das pessoas. Sempre teve as melhores notas da turma, mas mesmo assim era pouco requisitado para qualquer atividade- sua falta de sentimentalismo o atrapalhava.
Com o passar do tempo, adquiriu novos amigos, tornou-se popular e começou a rir mais. Mas trocou o coração por uma pedra. A rebeldia fazia com que Lúcio cada vez mais se destacasse. Mas não era um bom destaque. Nas rodinhas, era sempre o assunto principal. Lúcio não sabia que estava tão rebelde. Para ele era normal. A medida que ia crescendo, aproxamiva e afastava-se das pessoas rapidamente. Tinha um humor instável. Seus pais acreditava inclusive que fosse bipolar.
Na adolescência, apaixounou-se por várias garotas. Não era tão bonito, mas não fazia parte de um grupo grande que, cá entre nós, tinha apenas garotos feios. Sim, era um meio termo. Mas poucas garotas olhavam para ele. Vestia-se bem, era perfumado, inteligente, proveniente de uma boa família, mas nada disso atraía suas musas. Frequentemente, como que em flashback, vinha a imagem de uma garotinha linda. Era o grande amor de sua vida que, por razões infinitas, se distanciou. Mas nunca a esqueceu. Catarina era a menina que pedira a Deus.
Aos poucos, Lúcio experimentava novos sentimentos: saudade, respeito, admiração, compaixão, além de amor e ódio. Experimentara a indiferença, e viu quão amargo era esse sentimento. Após anos de separação e mais velho, Lúcio reencontrou Catarina. Os dois conversaram dias seguidos, e cada vez que olhava nos olhos de Catarina, a amava mais e mais. Foram à festas, à casa de amigos e, talvez, se um segredo o fosse revelado antes de tudo, evitaria maiores sofrimentos.
Catarina estava solteira, e embora não parecesse, amava um ex-namorado. Lúcio não sabia disso. Todos os dias, admirava sua amada, e sentia reciprocidade. O tempo passou. Separaram-se.
Comunicavam-se por mensagens, e-mails, telefonemas. E Lúcio sentia que Catarina estava cada vez mais distante. Algo o dizia que um sofrimento maior que a separação estava chegando. Passava noites pensando em sua amada. Os dias eram cada vez mais longos e monótonos. E a notícia chegou. O telefone tocou:
- Lúcio, não sabe o que me aconteceu! Todos os dias você me deu forças, me alegrou, mostrou que a vida é uma caixinha de surpresas. Um dos maiores presentes for ter te conhecido.
A essa altura, Lúcio já se debulhava em lágrimas, e a voz do outro lado da linha continuou:
- O que me aconteceu foi inesperado, mas confesso que estou muito feliz. Você sempre foi meu CONSELHEIRO, e desde quando nos conhecemos, ainda crianças, guardo você em meu coração.
Lúcio não se conteve, e declarou:
- Eu te amo!
O silêncio pairou sobre o mundo inteiro. E do outro lado da linha, uma voz triste delcarou:
- Desculpa, mas liguei para falar que estou namorando, e que a minha aliança é linda. E queria te agradcer por me abrir os olhos e me mostrar quão especial é o Gabriel. Desculpa por não corresponder o seu amor. A culpa da minha felicidade também é sua e...
Lúcio chorando desligou o telefone.
Aos poucos Lúcio se tornava uma pessoa comum, sem diferenças. Tudo o que achava interessante, logo absorvia, e passava a fazer parte de sua vida. Sua inteligência era a única coisa que o diferenciava das pessoas. Sempre teve as melhores notas da turma, mas mesmo assim era pouco requisitado para qualquer atividade- sua falta de sentimentalismo o atrapalhava.
Com o passar do tempo, adquiriu novos amigos, tornou-se popular e começou a rir mais. Mas trocou o coração por uma pedra. A rebeldia fazia com que Lúcio cada vez mais se destacasse. Mas não era um bom destaque. Nas rodinhas, era sempre o assunto principal. Lúcio não sabia que estava tão rebelde. Para ele era normal. A medida que ia crescendo, aproxamiva e afastava-se das pessoas rapidamente. Tinha um humor instável. Seus pais acreditava inclusive que fosse bipolar.
Na adolescência, apaixounou-se por várias garotas. Não era tão bonito, mas não fazia parte de um grupo grande que, cá entre nós, tinha apenas garotos feios. Sim, era um meio termo. Mas poucas garotas olhavam para ele. Vestia-se bem, era perfumado, inteligente, proveniente de uma boa família, mas nada disso atraía suas musas. Frequentemente, como que em flashback, vinha a imagem de uma garotinha linda. Era o grande amor de sua vida que, por razões infinitas, se distanciou. Mas nunca a esqueceu. Catarina era a menina que pedira a Deus.
Aos poucos, Lúcio experimentava novos sentimentos: saudade, respeito, admiração, compaixão, além de amor e ódio. Experimentara a indiferença, e viu quão amargo era esse sentimento. Após anos de separação e mais velho, Lúcio reencontrou Catarina. Os dois conversaram dias seguidos, e cada vez que olhava nos olhos de Catarina, a amava mais e mais. Foram à festas, à casa de amigos e, talvez, se um segredo o fosse revelado antes de tudo, evitaria maiores sofrimentos.
Catarina estava solteira, e embora não parecesse, amava um ex-namorado. Lúcio não sabia disso. Todos os dias, admirava sua amada, e sentia reciprocidade. O tempo passou. Separaram-se.
Comunicavam-se por mensagens, e-mails, telefonemas. E Lúcio sentia que Catarina estava cada vez mais distante. Algo o dizia que um sofrimento maior que a separação estava chegando. Passava noites pensando em sua amada. Os dias eram cada vez mais longos e monótonos. E a notícia chegou. O telefone tocou:
- Lúcio, não sabe o que me aconteceu! Todos os dias você me deu forças, me alegrou, mostrou que a vida é uma caixinha de surpresas. Um dos maiores presentes for ter te conhecido.
A essa altura, Lúcio já se debulhava em lágrimas, e a voz do outro lado da linha continuou:
- O que me aconteceu foi inesperado, mas confesso que estou muito feliz. Você sempre foi meu CONSELHEIRO, e desde quando nos conhecemos, ainda crianças, guardo você em meu coração.
Lúcio não se conteve, e declarou:
- Eu te amo!
O silêncio pairou sobre o mundo inteiro. E do outro lado da linha, uma voz triste delcarou:
- Desculpa, mas liguei para falar que estou namorando, e que a minha aliança é linda. E queria te agradcer por me abrir os olhos e me mostrar quão especial é o Gabriel. Desculpa por não corresponder o seu amor. A culpa da minha felicidade também é sua e...
Lúcio chorando desligou o telefone.
kkkkkkkkk
ResponderExcluirdih sei que vc amou ese texto
(e Eu também... mas...)
Achei muito sarro o fora que ele levou srsrsr
Abraços Dih...e cuidado pra não
cometer o mesmo erro do seu amiguinho
ai emcima viu....
Franklin
Duas vezes na minha vida passei por uma situação parecida com a de Lúcio, e o que posso dizer para ele que no começo tudo é doloroso, mas que a vida se encarrega de fazer passar. E depois quando tudo mudar, a vida se encarregar de fazer passar, tudo será apenas lembrado e servirá de lição de vida.
ResponderExcluirPosso dizer que o "fora" que o Lúcio levou foi de machucar o coração, e sendo ainda da pessoa que ele amava, é isso foi muito triste pra ele.
ResponderExcluirMas tudo serve de aprendizado, sei que Lúcio absorveu algum ponto positivo nessa história, apesar de toda tristeza e aborrecimento.
E tudo passa, nossa vida sofre mudanças, nosso modo pensar e sentir muda também. E é com essas situações que podemos aprender um pouco mais sobre o que é amar.