Quem sou eu

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Uma mistura do erudito com o popular. Nada simples e nada sublime, ocupo-me com o que me interessa. Leio e escrevo para viver, é uma necessidade para ser feliz. Tenho manias, preconceitos e afinidades como todos tem. Sou um garoto criado sob uma redoma de vidro e não me envergonho disso. Gosto de poema, ouço Mozart, curto pop art, uso all star e gravata borboleta. =)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Amores


Lúcio sempre teve o seu lado sentimental menos utilizado. Amava e odiava, nada mais. Não chorava, não esboçava felicidade, odiava abraços e falava muito pouco. Geralmente, não se intitulava carente, embora seus poucos amigos afirmarem que era.
Aos poucos Lúcio se tornava uma pessoa comum, sem diferenças. Tudo o que achava interessante, logo absorvia, e passava a fazer parte de sua vida. Sua inteligência era a única coisa que o diferenciava das pessoas. Sempre teve as melhores notas da turma, mas mesmo assim era pouco requisitado para qualquer atividade- sua falta de sentimentalismo o atrapalhava.
Com o passar do tempo, adquiriu novos amigos, tornou-se popular e começou a rir mais. Mas trocou o coração por uma pedra. A rebeldia fazia com que Lúcio cada vez mais se destacasse. Mas não era um bom destaque. Nas rodinhas, era sempre o assunto principal. Lúcio não sabia que estava tão rebelde. Para ele era normal. A medida que ia crescendo, aproxamiva e afastava-se das pessoas rapidamente. Tinha um humor instável. Seus pais acreditava inclusive que fosse bipolar.
Na adolescência, apaixounou-se por várias garotas. Não era tão bonito, mas não fazia parte de um grupo grande que, cá entre nós, tinha apenas garotos feios. Sim, era um meio termo. Mas poucas garotas olhavam para ele. Vestia-se bem, era perfumado, inteligente, proveniente de uma boa família, mas nada disso atraía suas musas. Frequentemente, como que em flashback, vinha a imagem de uma garotinha linda. Era o grande amor de sua vida que, por razões infinitas, se distanciou. Mas nunca a esqueceu. Catarina era a menina que pedira a Deus.
Aos poucos, Lúcio experimentava novos sentimentos: saudade, respeito, admiração, compaixão, além de amor e ódio. Experimentara a indiferença, e viu quão amargo era esse sentimento. Após anos de separação e mais velho, Lúcio reencontrou Catarina. Os dois conversaram dias seguidos, e cada vez que olhava nos olhos de Catarina, a amava mais e mais. Foram à festas, à casa de amigos e, talvez, se um segredo o fosse revelado antes de tudo, evitaria maiores sofrimentos.
Catarina estava solteira, e embora não parecesse, amava um ex-namorado. Lúcio não sabia disso. Todos os dias, admirava sua amada, e sentia reciprocidade. O tempo passou. Separaram-se.
Comunicavam-se por mensagens, e-mails, telefonemas. E Lúcio sentia que Catarina estava cada vez mais distante. Algo o dizia que um sofrimento maior que a separação estava chegando. Passava noites pensando em sua amada. Os dias eram cada vez mais longos e monótonos. E a notícia chegou. O telefone tocou:
- Lúcio, não sabe o que me aconteceu! Todos os dias você me deu forças, me alegrou, mostrou que a vida é uma caixinha de surpresas. Um dos maiores presentes for ter te conhecido.
A essa altura, Lúcio já se debulhava em lágrimas, e a voz do outro lado da linha continuou:
- O que me aconteceu foi inesperado, mas confesso que estou muito feliz. Você sempre foi meu CONSELHEIRO, e desde quando nos conhecemos, ainda crianças, guardo você em meu coração.
Lúcio não se conteve, e declarou:
- Eu te amo!
O silêncio pairou sobre o mundo inteiro. E do outro lado da linha, uma voz triste delcarou:
- Desculpa, mas liguei para falar que estou namorando, e que a minha aliança é linda. E queria te agradcer por me abrir os olhos e me mostrar quão especial é o Gabriel. Desculpa por não corresponder o seu amor. A culpa da minha felicidade também é sua e...
Lúcio chorando desligou o telefone.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Tentar é necessário


Porque ter medo de tentar? Lúcio acordou pela manhã com vontade de tentar várias coisas em sua vida, mas algo o impedia. Fez sua higiene matinal, desceu as escadas e foi recebido por sua mãe com um belo sorriso e um beijo. O dia começara bem- pensou Lúcio. Tomou um suco de laranja, tomou leite, comeu alguns biscoitos, um pão e uma maçã. Ao ingerir lentamente a maçã, pensava o que seria de sua vida a partir daquele momento. Precisava tomar decisões, e nem imaginava a reação das pessoas. Lembrou-se que pelo Crisitanismo, ele existia porque Deus o fez, e porque Eva e Adão comeram o fruto proibido. Sim, eles tentaram. Porque não tentar também?

Seguiu em direção à porta. Cada passo que dava era sinal de que havia crescido e deveria tentar fazer aquilo que ele queria. Encostou à porta, a abriu e partiu. Teve uma sensação de vazio- era o medo que estava tomando conta dele- mas Lúcio persistiu. Chegou na organização, respirou profundamente, criou coragem e apresentou-se como Lúcio, um voluntário. A recepcionista o levou para conhecer a organização, mostrou a ele todas as crianças. Ao vê-las, Lúcio sentiu que precisava amar cada uma delas, para que fizesse o seu propósito de verdade. Fez todos os preparativos e prometeu voltar no dia posterior com muita vontade de ajudar as crianças. Foi para a casa, e passou o resto do dia preparando atividades, procurando materiais, fatansias. Após realizar essas tarefas, ligou para os amigos e marcou um filme em sua casa mesmo. Estava com vontade de assistir mais uma vez TITANIC. Os amigos chegaram pontualmente. Lúcio empolgado contou que estava com medo, mas não iria desistir. Os amigos o deixaram relaxado, assistiram o filme e foram embora. Mais uma noite pela frente, e quando acordasse compartilharia um pouco com outras pessoas tudo aquilo que aprendera durante toda a sua vida.

Amanheceu. Lúcio mal se continha de ansiedade, não podia ficar em casa nem mais um minuto. Tomou um suco rapidamente e, foi para a sua atividade. Sentia que tinha borboletas no estômago. Parecia uma criança indo para a escola no primeiro dia de aula.

As crianças da insituição tinham preparado uma música para o recepcionar. Logo que chegou, Lúcio já se emocionou. Passado algum tempo da cerimônia, as atividades começaram, e Lúcio pôde perceber que não precisava ter medo. Tudo ocorria normalmente, e mesmo com alguns imprevistos, não sentia mais borboletas no estômago. Elas teriam voado para alegrar o dia de todas aquelas crianças?

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Rir é sempre o melhor remédio


Pensando sobre a vida, vi que quando dou risada me sinto bem melhor. Muitos me falavam que se eu desse mais risadas seria mais saudável, mais feliz, falavam que quem ri evita depressões, angústias, falavam que dar risada evitava rugas. E como sensato que sou, lógico, não acreditei naquilo que, pra mim, era crendice popular.

Mas tenho que contar um segredo: Rir me fez um 'bem danado'. Ultimamente tenho discutido menos, levado a vida mais natural, sem estresses, sem crises existenciais, sem mal humor. E olha que eu sou mestre em mal humor, crises, choros, tudo aquilo que acaba com o dia de qualquer um.

Todas as manhãs eu encaro trem lotado, sou empurrado, pisoteado, e até a ofendido sem ter feito nada. Mas nada disso me deixa irritado. Convivo com a falta de educação de motoristas e cobradores de ônibus que não falam bom dia, convivo com pessoas que não pedem licença, desculpas, leio nos jornais que o meu país tem os maiores impostos do mundo, tem um dos piores* senados (*em piores, leia mais corruptos), uma das piores educação, saúde e segurança públicas. Sim, eu tenho motivos para viver uma vida amarga. Mas para quê?

Ao contrário do que está pensando, não dou risada dos problemas que me rodeiam. Dou risada para evitar criar mais problemas para um país quejá tem muitos para resolver. Realmente RIR É O MELHOR REMÉDIO!

sábado, 20 de junho de 2009

O essencial é invisível aos olhos


Responsável por aquilo que cativas. Era só nisso que Lucio pensava depois de fechar o livro. Mas o que é cativar? Mas o que é responsabilidade por aquilo que cativamos? Lucio estava diante de um problema. Se ele cativasse alguém seria responsável. O que Lúcio não sabia é que a responsabilidade empregava um sentido figurado na frase. E continuava pensando.

Para ele, o Pequeno Príncipe deveria cuidar da rosa, da raposa como um pai, e isso o tornava responsável pelo que cativou. Lucio não tinha uma rosa, e nem uma raposa, tinha amigos, e não queria tornar pai deles, mas queria continuar sendo amigo mesmo os cativando. Lucio adormeceu em seus pensamentos. Sonhou. Acordou. Continuava sem rosas, raposas e com amigos. O problema que tinha em suas mãos era grande. Reclamou ao professor que recomendou o livro a ele.

Lucio viveu anos com essa indagação e cativando os amigos. Não era responsável por nenhum deles. LEu mais uma vez o livro e sua pergunta já não era a mesma. Ele percebeu que era responsável pelos seus amigos mesmo não sendo o pai deles. Ele era responsável porque dava amor, atenção e sua amizade a todos eles. Mas a pergunta que rondeava seus pensamentos era: como fiz tudo isso e não percebi?

A reposta de Lucio estava bem próxima. Bastava ele pensar mais um pouco. Uma voz interrompeu o seu pensamento. Era sua mãe avisando que seus amigos o esperavam na sala para se divertirem.

Exagero Nacional do Ensino Médio


Será falta do que fazer? Não sei o que acontece. Mas queria uma real explicação para ter tanta gente lotando as salas dos cursinhos pré-vestbulares por aí. As faculdades não aumentam o número de vagas, o governo não incentiva a educação como devia incentivar, as universidades particulares vivem em um mundo capitalista onde só querem o dinheiro dos alunos e não investem em qualidade de ensino. Onde esse país vai parar?

As vezes acredito que não tem mais o que fazer com a educação desse país. E sabemos que o número de interessados em ingressar em uma boa universidade não é nem a metade de todos aqueles jovens que saem do ensino básico, e se mesmo assim as vagas são disputadas ponto a ponto, o que aconteceria se todos os jovens procurassem essas universidades públicas e de renome? Eu deveria estudar 23 horas e dormir 1 hora para conseguir realizar o meu sonho, ou ainda seria pouco??

Enquanto o Brasil não encontra a solução adequada para esses problemas, é melhor eu continuar a minha rotina de cursinho pela manhã e mais umas 4 ou 5 horas de estudo em casa. Afinal, a única saída do governo federal foi adotar uma prova que durará 10 horas e esgotar todas as energias de qualquer vetibulando antes mesmo de começar a maratona de vestibulares concorridos como FUVEST, UNICAMP, VUNESP, PUC.



terça-feira, 16 de junho de 2009

O exemplo


Lucio andava pelas ruas todo desconcertado. Não sabia o que fazer diante de todas as situações. O vai e vem das pessoas o deixava ainda mais desconcertado. Via as familias felizes caminhando pelas ruas. Via adolescentes rebeldes, menininhas delicadas, freiras, monges, judeus, mendigos, trabalhadores, desempregados, doentes, ricos, pobres, enfim, via uma infinidade de pessoas e percebia que ele seria diferente. Sentiu-se escolhido. Escolhido??

O tempo passava, e cada vez mais estava encanado com seus pensamentos. tinha vontade de constituir familia, mas tinha medo. Tinha vontade de trabalhar, mas também tinha medo. Tinha vontade de largar tudo, mas também tinha medo. A vida de Lúcio era complicada. E ele ainda nem tinha completado 18 anos. Estava apenas no começo de sua vida.

Lucio semnpre foi um menino tranquilo, embora não gostasse de ser contrariado. Cresceu em uma familia muito unida. Não foi rico, mas também não foi pobre. era considerado classe média. No colégio sempre apresentou boas notas. Gostava das letras. Lia frequentemente. Tinha tudo o que queria. Seus pais alimentaram o filho com muito amor e muitos presentes. Da família, era o que levava a melhor vida: viagens, roupas caras, boas escolas, cursos variados, games, celulares. De uma coisa Lúcio nunca pode reclamar: de seus pais.

Depois que cresceu, preocupava-se em alegrar os pais. Queria de alguma forma fazer tudo o que eles desejavam. Mas nem tudo o agradava. Os pais queria que ele entrasse em uma universidade, que controlasse a empresa da família, que namorasse, que fosse para a igreja, que se divertisse com amigos, mas tudo com muita responsabilidade. Lúcio fazia quase tudo. Mas existiam coisas que não lhe agradava. Jamais imaginou ser empresário, namorado e levar uma vida divertidíssima saindo com os amigos todos os dias. Lucio era diferente.

Alguns amigos nunca notaram quão especial ele era. Outros viviam o comparando com outras pessoas. Lúcio não agradava mais os pais, os amigos e nem ele mesmo. De um dia para o outro, mudou de vida completamente. Tornou-se agressivo, não ligava mais para os sentimentos alheios, não guardava mais os seus pensamentos, ia mal no colégio, parou de ler, de frequentar a igreja. Fechou-se em um mundo que não existia. Lucio tinha dado as costas ao mundo. E o mundo não exitou, logo deu as costas ao Lúcio.

Chorava dias inteiros, vivia em uma completa solidão. Seus pais tentavam contato, mas sempre eram destratados. Lúcio, depois de tanto sofrimento, foi reestabelecendo sua vida. Voltou a ser o exemplo da família, a ter bons amigos, e a procurar agradar os seus pais. Algo tinha acontecido na vida de Lúcio. Mas nem ele sabia. E agora estava caminhando pelas ruas da cidade, observando as pessoas e pensando qual seria o próximo passo a dar em sua vida. Poderia ser o começo de mais uma longa solidão.

domingo, 14 de junho de 2009

Gratificante











Nem acredito que ontem deu tudo certo. Poucas vezes eu consegui fazer tudo o que eu tinha que fazer. Tudo bem que não fui para o RPD, mas consegui ajudar nas tarefas de casa, estudar, arrumar as coisas para a missa jovem ontem ( que pela Graça de Deus deu tudo certo), rezar o terço com o pessoal da comunidade, servir na missa e ainda ir para uma festa.
Ah.. Quero agradecer todos os jovens que participaram ontem da nossa missa. Foi muito abençoado. E queria me desculpar pelas correrias, sei que não sonsegui falar com todos no final, mas já estava atrasado. Mas estou muito contente em saber que a juventude desse país se preocupa com as coisas de Deus. Meu coração estava bem inseguro, mas depois que os vi lotar os bancos reservados e ver o quanto estavam animados, me acalmei e deixei que o Pai fizesse o resto. Fiquei contente também porque o terço que me propus a rezar antes da missa deu certo. Eu sei que a minha oração junto com a oração de todos os que estavam lá rezando foi atendida, e me deu mais ânimo para viver constantemente em busca da santidade.
Já ia me esquecendo de falar da festa. Foi na casa de uma amiga, e me diverti bastante. Revi duas pessoas especiais e ainda tive a oportunidade de desabafar, e ouvir desabafos. Fiquei bastante emocionado ao lembrar do meu tempo de colégio. E a saudade aumentou bastante. O que eu tenho a dizer?? Obrigado por existirem.

Pequenas mudanças

Sempre acreditei que crescer seria fácil. Era apenas sair da escola, entrar na universidade, pegar o diploma, começar a trabalhar, e pronto, nada mais. Depois de um bom tempo casar, ter filhos e educá-los, envelhecer... Mas quando comecei a crescer, vi que as coisas não são tão fáceis assim. Vi que meus amigos deram um rumo à vida deles e entraram em um mundo desconhecido. Tornaram-se lembranças em minha vida. Muitos também ficaram parados na vida, e assim como eu não sabem para onde ir. Crescer me dá medo.
Com o tempo meus pais cobraram de mim responsabilidades, eu cobrei responsabilidades. E isso me machucou. Não pela forma de que fui cobrado, mas porque fui cobrado, e isso nunca tinha acontecido. Eu precisava tomar decisões, precisava mudar de vida. Mas muitas coisas me impediam. Passeis algumas noites sem dormir para poder entender que o que eu queria era fazer o que me dava prazer, e não dinheiro. Mudei completamente o rumo da minha vida.
Antes, o menino mimado e ingênuo que mal sabia colocar o bilhete na catraca do trem, passou a utilizar o trem todos os dias. Acordar cedo, estudar muito, fazer novas amizades, ver chegar o dia da aprovação do vestibular cada vez mais próximo. Seguir um passo da cada vez, isso era o mais importante. Mas continuava confuso, queria o conforto de ter a minha mãe para me buscar na porta do colégio todos os dias no horário que eu pedisse, acordar cinco minutos antes de começar as aulas, conversar com amigos todos os momentos, reclamar, dormir tarde para ficar on-line. Esse era o meu mundo perfeito. E eu sentia saudades. Saudades de ter um ombro para chorar, saudades de ter uma segunda chance em tudo.
Hoje superei uma parte dos meus medos. E vi que crescer significa muito mais do que imaginamos. É um processo lento, que envolve ilusões, dificuldades, alegrias, choros, dores, sensações de vazio e, paradoxalmente, sensação de que está tudo completo. Continuo crescendo, lutando por tudo aquilo que desejo. E estou só no começo de transformações intensas.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Um dia quase atípico


Mais um dia de estudos. Minha vida se resume bastante em estudar, rezar, comer, falar... Hoje, caminhando pela gelada Avenida Paulista tive diversas sensações estranhas. Primeiro o frio (nos relogios marcavam 17°C, mas pareciam uns -17°C- sem exageros!), depois hoje é dia dos namorados aqui no Brasil, e por ser uma emenda de feriado, casais tiraram o dia para fazerem passeios românticos no cartão postal de São Paulo. Não sei se foi dor de ctovelo, mas achei bem estranho e nojento, ou melhor, muito nojento. E falando em 12 de junho, hoje até mesmo na TV paga está passando programas românticos para casais apaixonados. Nem quero ver o que ocorre na TV aberta.Tirando essas sensações estranhas, e mesmo sendo "feriado", fui estudar. O cursinho estava vazio, silencioso, mas todos estavam muito afim de estudar. Inclusive eu, e por esse motivo, me chamaram de estranho. Confesso que dei boas risadas hoje, mas queria mesmo estudar, a preocupação com vestibular está aumentando a cada dia. E por eu estar, segundo o pessoal do cursinho, com cara de preocupado, inventaram uma nova série para o canal Sony... Sim, é isso mesmo, um novo programa, o Desperate Deusboy. Então.. vai a dica: Não percam essa nova série, será muito boa.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Mais uma tentativa

Mais uma vez vou tentar manter um blog. Sempre começo bem animado, mas o tempo vai passando, e eu vou me irritando e odiando postar no blog. Dessa vez vou tentar postar todos os dias e manter o blog até o fim (blog tem fim??) .
Para começar, já vou avisando que estou gripado, com dores no corpo inteiro, morrendo de vontade de estar confeccionando o tapete de Corpus Christi aqui na minha cidade, mas minha mãe me proibiu, porque está muito frio e chovendo. Enquanto fico em casa, nessa monotonia, aproveitei para começar um novo blog e escutar música. Mais tarde vou estudar, afinal, vestibular da PUC está ai praticamente, e eu estou com muito medo =/